20/09/2019

Coren-PB participa de audiência para discutir suicídio

A audiência pública para debater o tema aglutinou representantes de grupo de ajuda, entidades representativas de classe, conselhos profissionai ...

O Conselho Regional de Enfermagem da Paraíba (Coren-PB) participou, nesta sexta-feira, dia 20, na Câmara Municipal de João Pessoa, representado por sua presidente, a enfermeira Dra Renata Ramalho, de audiência pública que discutiu o Setembro Amarelo, mês de combate e prevenção ao suicídio.

A audiência foi uma propositura do vereador Fernando Milanez Neto (PTB) e o objetivo foi discutir mecanismos de prevenção ao suicídio, cujo número já teria atingido a marca de 12 mil casos no Brasil e mais de 1 milhão, por ano, no mundo inteiro.

A audiência pública para debater o tema aglutinou representantes de grupo de ajuda, entidades representativas de classe, conselhos profissionais e autoridades da Saúde Mental no estado.

“Diante da importância e da dimensão do tema, é muito importante que estas entidades e a sociedade civil organizada estejam reunidas e realizando este debate. As discussões devem ser o mais ampla possível. No caso dos profissionais de enfermagem, é preciso um apoio irrestrito, visto que esse profissional está muito vulnerável à depressão e outras questões que envolvem a saúde mental” explicou Dra Renata Ramalho, presidente do Coren-PB.

Histórico

O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. É neste mês que ações em diferentes esferas sociais buscam promover a saúde mental e dar destaque a centros que oferecem ajuda a quem precisa. O mês foi escolhido em razão do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, celebrado todo ano em 10 de setembro.

De acordo com o site da campanha Setembro Amarelo, todos os anos são registrados cerca de doze mil suicídios no Brasil e mais de um milhão no mundo. Segundo a cartilha ‘Suicídio: informando para prevenir’, o número de vidas perdidas desta forma, anualmente em todo o mundo, ultrapassa o número de mortes decorrentes de homicídio e guerra. Cada caso impacta seriamente a vida de outras seis pessoas. A escalada é alarmante. Estima-se que até 2020 poderá haver um incremento de 50% na incidência anual de mortes por esta causa.




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